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Governo francês proibirá beber álcool em via pública por pandemia

Por Redação

01/04/2021 às 08:12:24 - Atualizado há
Proibição é uma das medidas para tentar conter o coronavírus na França. O país se aproxima dos 100 mil mortos por Covid-19, e o número de casos de contágio diários agora passa de 50 mil. O governo da França proibiu o consumo de bebida alcóolica em parques, jardins ou qualquer outro espaço público no país a partir desta quinta-feira (1º).

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Essa é uma das novas medidas de restrições para conter a Covid-19 no país, anunciadas pelo primeiro-ministro Jean Castex .

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O chefe de governo disse aos deputados da Assembleia Nacional que as autoridades vão dispersar grupos de mais de seis pessoas que se formarem em jardins, parques ou, no caso de Paris, às margens do Sena.

O clima entre os deputados nesta quinta-feira era tenso, e a oposição não poupou críticas às medidas anunciadas pelo governo, que serão votadas durante o dia.

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou na quarta-feira as novas restrições para conter esta nova onda de coronavírus, que ameaça saturar hospitais e está causando um número preocupante de contágios e óbitos.

O país se aproxima dos 100 mil mortos por coronavírus, e o número de casos de contágio diários agora passa de 50 mil.

Segundo o ministro da Saúde, Olivier Véran, o pico desta onda de contágios chegará "em sete ou dez dias".

Devido a esta emergência sanitária, as escolas, incluindo creches, fecharão na próxima segunda-feira, durante três semanas. Na primeira, os alunos terão aulas a distância e, nas outras duas, estarão de férias.

O confinamento em vigor em uma parte do país, que proíbe deslocamentos para além de 10 quilômetros do domicílio e exige o fechamento de lojas não essenciais, agora será ampliado para todo território. O toque de recolher nacional, às 19h locais, está mantido.

Estas medidas são "necessárias para nos permitir atravessar este obstáculo. Esperamos que seja o último, diante da perspectiva de uma vacinação em massa e de um retorno à vida normal", argumentou o chefe de governo.

Fonte: G1
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