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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou reforço no policiamento externo da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. A medida foi tomada diante do suposto risco de fuga, apontado em investigações que revelaram a existência de um rascunho de pedido de asilo à Argentina encontrado no celular do ex-presidente, além de movimentações de aliados para tentar interferir no processo.

A Polícia Federal havia sugerido que agentes permanecessem dentro da residência, com o argumento de que a tornozeleira eletrônica poderia falhar. A proposta, no entanto, não foi acatada. O entendimento foi de que a presença de policiais dentro do imóvel seria uma medida excessiva e de caráter invasivo, desnecessária diante das condições já impostas pela prisão domiciliar.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou a favor de uma vigilância mais discreta e restrita à área externa da casa. Segundo ele, a fiscalização deve ser suficiente para garantir que Bolsonaro não descumpra as determinações judiciais, preservando, ao mesmo tempo, a privacidade do ex-presidente e o cotidiano dos moradores da região.

A decisão ocorre em meio à proximidade do julgamento no Supremo que analisa a ação penal contra Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. As sessões estão previstas para ocorrer entre os dias 2 e 12 de setembro e podem definir os rumos do processo que envolve o ex-presidente.

Com Diário do Poder

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