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A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil emitiu uma nova crítica ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira (07). Em sua mensagem, a representação americana acusou o magistrado de ser o “principal arquiteto da censura e perseguição” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, afirmando que as supostas violações de direitos humanos culminaram em sanções previstas na Lei Magnitsky, determinadas pelo governo Trump.

No mesmo texto, os Estados Unidos advertiram que “os aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas estão avisados para não apoiar, nem facilitar a conduta de Moraes”, afirmando ainda que acompanham a situação “de perto”.

Essa manifestação marca mais um episódio de tensão diplomática envolvendo Washington e Brasília. Em julho, o governo dos EUA já havia revogado os vistos de Moraes, de outros ministros do STF e de seus familiares, com base na acusação de que a atuação do magistrado configura “perseguição política” contra Bolsonaro e transcendia os limites do território brasileiro.

O contexto dessa nova nota ocorre poucos dias após a decisão de Alexandre de Moraes de impor prisão domiciliar ao ex-presidente Bolsonaro, no dia 4 de agosto, motivada pelo descumprimento reiterado de medidas cautelares, como restrições ao uso de redes sociais e recebimento de visitas, salvo por advogados autorizados.

Com Diário do Poder

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