PUBLICIDADE

Na última semana, como parte dos esforços para elevar a taxa de natalidade, a China anunciou um auxílio anual de 3.600 yuans (cerca de R\$ 2.700) para cada criança de até três anos, com efeito retroativo a 1º de janeiro
capa-sera

Por décadas, autoridades chinesas impuseram severas restrições à natalidade, com multas pesadas, abortos forçados e esterilizações para limitar o número de filhos por família. Hoje, no entanto, o cenário se inverteu: o governo tenta convencer a nova geração a ter mais bebês.

Na última semana, como parte dos esforços para elevar a taxa de natalidade, a China anunciou um auxílio anual de 3.600 yuans (cerca de R\$ 2.700) para cada criança de até três anos, com efeito retroativo a 1º de janeiro. A medida, porém, enfrenta resistência, já que o desemprego juvenil e a desaceleração econômica desanimam jovens a casar e ter filhos.

Diante de uma população que envelhece rapidamente e de uma força de trabalho em declínio, o país aboliu a política do filho único em 2016, permitindo dois filhos, e em 2021 ampliou para três. Apesar disso, as taxas de natalidade seguem em queda e a população encolhe há três anos consecutivos, mesmo após uma leve recuperação nos nascimentos no último ano.

O alto custo de criar um filho é outro entrave. Segundo o Instituto de Pesquisa Populacional YuWa, sediado em Pequim, criar uma criança até os 18 anos custa, em média, 538 mil yuans (cerca de R\$ 408 mil) – valor mais de seis vezes superior ao PIB per capita do país, tornando a China um dos lugares mais caros do mundo para se ter filhos.

Fonte: Agora Alagoas

PUBLICIDADE

Destaques Alagoas em Dia

Relacionadas

Menu