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Lula (PT) cumpriu agenda no evento “Democracia Sempre”
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Após sua participação em um evento em Santiago, no Chile, o presidente Lula (PT) declarou nesta segunda-feira (21) que ainda “não vê” indícios de uma guerra comercial após o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, demandado pelo presidente americano Donald Trump. Ele afirmou que só será declarada uma “guerra tarifária”, depois que ele responder ao mandatário americano.

Lula (PT) cumpriu agenda no evento “Democracia Sempre”, acompanhado do presidente do Chile, Gabriel Boric, do presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez, do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e do presidente do Uruguai, Yamandú Orsi.

“Nós não estamos em uma guerra tarifária. A guerra tarifária vai começar na hora que eu der a resposta ao Trump, se não mudar de opinião. Porque as condições que o Trump impôs não foram condições adequadas”, pontuou.

O petista admitiu “tranquilidade”, pois o Ministério das Relações Exteriores e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) estão em tratativas para resolver o impasse com o governo americano. O presidente também pediu que empresários brasileiros conversem com os americanos, pois eles também serão afetados pelas tarifas.

Com Diário do Poder

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