A licença parlamentar de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), autorizada em março por até 122 dias, sendo 120 por interesse pessoal e 2 por motivos médicos, chegou ao fim neste domingo (20).
Com o fim da licença, Eduardo passa a ter faltas não justificadas registradas automaticamente em seu nome, algo que só será contabilizado após o recesso, previsto para terminar em 4 de agosto, sem renovação possível do afastamento.
Pelas regras da Câmara, caso acumule mais de um terço das ausências em sessões plenárias no ano, corre risco de perder o mandato; atualmente, ele possui quatro faltas, restando 44 sessões antes de qualquer sanção.
Com Diário do Poder